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Voluntários da AVCC comemoram 21 anos de trabalho em prol do Hospital de Amor

 

“Não fazemos amigos. Na verdade, encontramos almas com as quais nos identificamos, que nos complementam e sentimos prazer ao estar por perto. Amigos nos ajudam na caminhada evolutiva, eles nos apoiam e incentivam em nossas decisões. Temos parceiros que não nos deixam sentir a solidão. Amigos são para os momentos de festa e para os momentos difíceis. São aquelas pessoas para as quais não precisamos explicar quem somos, porque elas sabem o que vai em nossa alma. Ter amigos faz bem para a mente e para o coração”. (Autor desconhecido). Neste 20 de julho, data em que se celebra o ‘Dia do Amigo’, o Hospital de Amor (HA) relembra um evento muito especial, realizado por ‘verdadeiros amigos’ em comemoração aos 21 anos de trabalho em prol da instituição.
 
No dia 30 de junho, mais de 600 pessoas, vindas dos estados de São Paulo (SP), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Goiás (GO) e Rondônia (RO) se reuniram, no Centro de Eventos Dr. Paulo Prata, para mais um ‘Encontro Nacional de Voluntários’. O evento, que foi carinhosamente organizado na tentativa de agradecer o desempenho dessas pessoas, apelidados de ‘anjos de rosa’, que escolhem doar seu tempo, suas habilidades, sua presença ou qualquer outra forma de contribuição a nossos pacientes, atuando como amigos, abordou temas importantes sobre o papel do voluntário. 

O presidente do HA, Henrique Prata, e o gerente de captação de recursos e padrinho da AVCC, Luiz Antônio Zardini, participaram de discussões, levaram soluções e muita motivação aos participantes. Além disso, quem abrilhantou ainda mais a festa foi o frade dominicano e escritor, Carlos Alberto Libânio Christo, conhecido como Frei Betto. Com suas belas palavras, ele mostrou como o trabalho dos voluntários (essa árdua tarefa realizada por amor) é essencial dentro da instituição.
 
De acordo com a presidente da entidade em Barretos, Edmara Modesto Iunes Ali, a AVCC busca ajudar todos os pacientes que são atendidos pelo Hospital de Amor, suprindo suas necessidades básicas, que incluem: medicação, alimentação, suplementação alimentar, vestuário, transporte, aluguel, auxílio com cadeira de rodas, muletas, andador, entre outros. Outro papel do voluntario da entidade é o apoio às funções do hospital, principalmente no que diz respeito ao acolhimento do paciente e seus familiares durante o tratamento na instituição. “Se não fosse a dedicação dessas pessoas, não teríamos condições de atender as mais de 200 famílias que contam com nossa contribuição mensalmente. Engana-se quem pensa que só paciente é beneficiado com todo esse trabalho... na verdade, somos nós que ganhamos”, afirmou Edmara.
 
E nesse clima de amizade, gratidão e perseverança para os próximos anos, o ‘Encontro Nacional de Voluntários’ foi um sucesso!

Novos projetos
Durante a festa, dois novos projetos foram lançados: a entrega do 1º Selo Amigo da AVCC, que neste ano homenageou o padrinho, grande parceiro e precursor do trabalho, Luiz Antônio Zardini; e a atividade de pesquisa entre os voluntários para mapeamento das ações nos meses seguintes, visando melhorar a experiência vivida entre voluntários, pacientes e instituição. “Agradecemos a Deus por nos proporcionar credibilidade diante da comunidade e pedimos que ele abençoe, diariamente, todas as pessoas que fizeram parte desses 21 anos de história”, finalizou a presidente da AVCC.
 
Como se tornar um voluntário
Segundo Edmara, para se tornar voluntário é necessário entrar em contato com a Associação Voluntária de Combate ao Câncer, preencher um cadastro e fazer uma entrevista com profissionais da entidade. “Após algumas questões (que envolvem expectativas, habilidades e condições emocionais) serem avaliadas, alinhamos as necessidades propostas no Estatuto do Voluntário – que guia as ações da AVCC – orientando sobre a postura do voluntário frente às atividades disponíveis. Com este processo concluído, basta solicitar o uniforme e aguardar o encaminhamento para o responsável do setor onde a atividade será desempenhada".
 
Os interessados devem entrar em contato pelo telefone: (17) 3321-6600, ramal 6792, ou através do e-mail: ‘ O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ’.
 
Sobre a AVCC
A AVCC foi fundada em 8 de março de 1997 por um grupo de voluntárias da Associação Paulista Feminina de Combate ao Câncer de São Paulo, tendo como objetivo prestar serviços voluntários gratuitos à pacientes diagnosticados com câncer no Hospital, nos alojamentos e nas residências particulares.
 
A entidade não tem fins lucrativos, credo religioso ou cunho político-partidário. A única exigência é de que seus membros se doem gratuitamente. Esses voluntários atuam diretamente com o paciente, auxiliando no que for possível para manter a qualidade e o bem-estar dele.
 
Sobre Frei Betto
Autor de 60 livros, editados no Brasil e no exterior, Frei Betto nasceu em Belo Horizonte (MG). Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia.
 
Frade dominicano e escritor, ganhou em 1982 o Jabuti, principal prêmio literário do Brasil, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, por seu livro de memórias Batismo de Sangue (Rocco). Em 1982, foi eleito Intelectual do Ano pelos escritores filiados à União Brasileira de Escritores, que lhe deram o Prêmio Juca Pato por sua obra Fidel e a religião. Seu livro A noite em que Jesus nasceu (Editora Vozes) ganhou o prêmio de "Melhor Obra Infanto-Juvenil" de 1998, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2005, o júri da Câmara Brasileira do Livro premiou-o mais uma vez, agora na categoria Crônicas e Contos, pela obra Típicos Tipos – perfis literários (Editora A Girafa). Em 2011, seu romance policial Hotel Brasil (Rocco) ficou entre as dez obras finalistas do Prêmio Jabuti, no quinto lugar. Em 2012, seu romance Minas do Ouro (Rocco) ficou entre os finalistas do Prêmio Portugal Telecom.
 
Ainda na área cultural, foi assistente de direção de José Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina, na primeira montagem da peça de Oswald de Andrade, “O rei da vela” e crítico de teatro do jornal Folha da Tarde (1967/1968).
 
Foi coordenador da ANAMPOS (Articulação Nacional de Movimentos Populares e Sindicais), participou da fundação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da CMP (Central de Movimentos Populares). Prestou assessoria à Pastoral Operária do ABC (São Paulo), ao Instituto Cidadania (São Paulo) e às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Foi também consultor do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
 
Em 2003 e 2004 atuou como Assessor Especial do Presidente da República e coordenador de Mobilização Social do Programa Fome Zero. Desde 2007 é membro do Conselho Consultivo da Comissão Justiça e Paz de São Paulo. É sócio fundador do Programa Todos pela Educação.
 
Colabora com vários jornais, revistas, sites e blogs, no Brasil e no exterior. Em outubro de 2015, recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Filosofia, concedido pela Universidade de Havana.