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Hospital de Amor Infantojuvenil realiza formatura para pacientes da classe hospitalar

 

A formatura representa uma transição entre os ciclos das nossas vidas. É uma importante cerimônia que nos incentiva a dar novos passos e alcançar mais conquistas! Depois de finalizar o ano letivo, chegou a hora do Hospital de Amor Infantojuvenil comemorar as vitórias de seus alunos (pacientes em tratamento na unidade).

No último dia 12 de dezembro, foi realizada a formatura da Classe Hospitalar 2017, com uma emocionante celebração preparada pelas professoras, na presença de alunos, familiares, colaboradores e diretores, com direito a juramento, discursos, diplomas e até apresentação do coral ‘Acordes Vocais’.

Implantada em 2005, a classe hospitalar conta com três educadoras, uma voluntária na área de matemática e uma na área de inglês. Todo material didático é oferecido pelo Governo do estado de São Paulo e também pelas escolas das cidades de origem do paciente, que definem o conteúdo programático de cada aluno.

Segundo pesquisa divulgada no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com 12,9 milhões de analfabetos. Em 2015, 11,1% das pessoas com mais de 15 anos não sabiam ler e escrever. Dez anos depois, essa proporção caiu para 8%, porém os números ainda são alarmantes.

Para que as crianças e os adolescentes não percam o ano letivo enquanto fazem tratamento na instituição, o Hospital de Amor criou a classe hospitalar. Para a oncologista pediátrica, Érica Boldrini, uma das incentivadoras do projeto, essa é uma maneira de a criança/jovem se reintegrar e continuar na normalidade da rotina, mesmo durante tratamento da doença.

As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h30, e funcionam como uma escola comum: com provas, notas e tarefas, que são repassadas para uma planilha individual de cada aluno e depois para os colégios nos quais eles estão matriculados. “As crianças devem estar matriculadas em alguma escola. Se elas chegam no Hospital sem estarem estudando, nós procuramos um colégio e a matriculamos, para que possam comparecer às aulas durante sua estadia na instituição”, afirmou a professora e uma das responsáveis pela classe hospitalar, Silveli Stuque Alves. De acordo com ela, “uma criança alfabetizada se torna um cidadão mais crítico no mundo!”.

Após a conclusão das aulas, os alunos participam da formatura e recebem, além de carinho, incentivo para continuarem seus estudos e suas batalhas no próximo ano. “É muito gratificante entregar os diplomas a eles. A força e o interesse que as crianças e os adolescentes possuem no hospital é algo admirável”, declarou a professora, Ester Piai.