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Campanha 'Passos que Salvam' traz paciente para tratamento no HCB Infantojuvenil

Há quase um ano em tratamento na unidade infantojuvenil do Hospital de Câncer de Barretos, a menina Fernanda da Silva Ferreira, de oito anos (ou Fernandinha, como é conhecida pelos médicos e colaboradores), chegou à instituição graças à Caminhada ‘Passos que Salvam’.

Durante um exame de rotina, por conta de uma escoliose nas costas, o médico que a atendia em Parauapebas, no Pará, sua cidade natal, pediu algo mais detalhado. No laudo, o profissional encontrou uma mancha na coluna da garota. Era um neuroblastoma.

Os pais, o engenheiro ambiental, Joelmil de Souza Ferreira, de 35 anos, e a cabeleireira, Clemilda Ferreira, de 27, contam que ficaram sem saber o que fazer ao receber a notícia da doença da filha, mas que um familiar os ajudou a encontrar o Hospital. "Meu cunhado havia ido a uma palestra, na empresa onde trabalha, sobre a Caminhada ‘Passos que Salvam’, que apresentava o Hospital e falava dos sinais e sintomas do câncer infantojuvenil. Ele pegou o contato e nos passou. Foi Deus agindo", disse o pai de Fernandinha.

Foram quase dois dias de viagem para chegar até Barretos. De avião, eles saíram de Carajás (PA) para Belo Horizonte (MG). De lá, trocaram de aeronave e seguiram até Campinas (SP). Pegaram mais um voo até São José do Rio Preto, cidade a cerca de 100 quilômetros de Barretos, onde ainda tomaram um ônibus até chegar ao seu destino.

Para Clemilda, nestes onze meses de tratamento, a parte mais difícil está sendo ficar longe da família. "Meu marido vem quando pode, pois tem que trabalhar e está cuidando da nossa outra filha, de três anos. Mas, graças a Deus, conhecemos pessoas maravilhosas aqui que nos acolheram e que estão passando pela mesma coisa. Todos nós nos ajudamos", afirmou.

Ainda de acordo com a mãe de Fernandinha, o Hospital possui várias atividades que auxiliam a menina a esquecer do problema. "Eu não queria estar passando por isso, mas tivemos a sorte de estar em um lugar abençoado. Fiquei muito encantada com tudo. O olhar de quem está cuidando é diferenciado", relatou.